Por Armando de Oliveira Caldas
Enquanto estamos em uso de nossas faculdades mentais podemos questionar a vida. Muitas vezes deixamos tudo o que conseguimos descobrir ou solucionar impresso em inúmeras páginas. A principal finalidade é mostrar que num determinado tempo participamos da existência. Esta participação muitas vezes nos proporciona a imortalidade.
O fato de querermos saber sempre mais pode nos levar até para fora dos limites da nossa própria Terra.
Neste caso compomos mistérios ao invés de desvenda-los. Por exemplo, olhar o céu à noite pontilhado de estrelas, temos que admitir que cada uma, grande ou pequena ou quase invisível é um “sol” maior ou menor que o nosso. Neste ponto temos uma realidade, mas é apenas isto? A imaginação pode nos dizer que uma ou mais carregam famílias de planetas. Coloquemos então vida em algumas.
Obviamente os viventes de outras estrelas não podem vir até nós. Porém nada nos impede de abordarmos um planeta (imaginário) bem semelhante a Terra, cujo sol faça o mesmo papel do nosso.
Com uma hipotética nave podemos nos aproximar da superfície e pode ser que apenas exista um mundo primitivo, selvagem com todas as possibilidades para a vida, mas sem nenhuma civilização.
Portanto, podemos vagar pelo cosmos até encontrar a vida como a conhecemos em algum lugar.
Nessa longa viagem poderemos ver formas inteligentes totalmente diferentes da que existe em nosso habitat. Como também pode acontecer ao contrário e encontrarmos um mundo organizado.
Não devemos ser únicos na imensidão, isto também requer o uso de nossa imaginação.
Quem sabe poderemos obter respostas: o homem no universo também agirá como nós, com todos os defeitos e acertos?
Lá fora será do mesmo jeito?
domingo, 29 de novembro de 2009
segunda-feira, 12 de outubro de 2009
NOSSO MUNDO PEQUENO
Muitas vezes nos apegamos ao conteúdo de nossas mentes, transformando em tragédias íntimas os nossos problemas. Isto não deixa de ser uma limitação de nossas possibilidades.
A superação deste tipo de situação está em nós mesmos. Não nos entregarmos ao sabor de nossa fantástica máquina cerebral sem contestação. É necessário combatermos a visão curta que por vezes se encalacra dentro de nosso cérebro.
Necessitamos raciocinar com lógica, procurando sempre o horizonte distante, livre de nossas imperfeições. O mundo pequeno não é caminho para nenhuma solução. Ela está no exterior, direcionada para o que acontece além de nosso corpo.
Quantas vezes paramos e não enxergamos o que está frente aos nossos olhos. Pura perda de tempo.
Se abrirmos a janela e observarmos os pássaros, as árvores, os transeuntes, estaremos dando um enorme passo para evitarmos as armadilhas que nós mesmos preparamos para nossa mente, evitando muitas inverdades que apenas nos trazem angústia. Livrarmos deste mal é imperativo para a boa vivência.
A excessiva preocupação com nossos problemas não traz benefícios, apenas nos levam às tensões. A calma e a tranqüilidade são caminhos seguros para nos mantermos ativos e prontos para usufruir a vida em toda sua plenitude. Diante de situações que nos pareçam desagradáveis sempre o bom senso deverá nortear nosso raciocínio. A alegria é o importante degrau de certas fases que vez ou outra perturbam nosso direcionamento para as boas coisas que muitas vezes estão muito próximas.
Se pudéssemos ser eternas crianças encontraríamos a forma ideal da existência. Rir e brincar com as coisas que nos parecem difíceis é um fator importantíssimo para nosso dia a dia.
Não somos donos do mundo, tão pouco devemos julgar que nada representamos dentro dele. Podemos criar e fazer muitas coisas, não importa nossa idade.
A idéia desta mensagem é levantar nosso humor diante de tudo aquilo que julgamos desencontros com a vida que nos propomos.
A superação deste tipo de situação está em nós mesmos. Não nos entregarmos ao sabor de nossa fantástica máquina cerebral sem contestação. É necessário combatermos a visão curta que por vezes se encalacra dentro de nosso cérebro.
Necessitamos raciocinar com lógica, procurando sempre o horizonte distante, livre de nossas imperfeições. O mundo pequeno não é caminho para nenhuma solução. Ela está no exterior, direcionada para o que acontece além de nosso corpo.
Quantas vezes paramos e não enxergamos o que está frente aos nossos olhos. Pura perda de tempo.
Se abrirmos a janela e observarmos os pássaros, as árvores, os transeuntes, estaremos dando um enorme passo para evitarmos as armadilhas que nós mesmos preparamos para nossa mente, evitando muitas inverdades que apenas nos trazem angústia. Livrarmos deste mal é imperativo para a boa vivência.
A excessiva preocupação com nossos problemas não traz benefícios, apenas nos levam às tensões. A calma e a tranqüilidade são caminhos seguros para nos mantermos ativos e prontos para usufruir a vida em toda sua plenitude. Diante de situações que nos pareçam desagradáveis sempre o bom senso deverá nortear nosso raciocínio. A alegria é o importante degrau de certas fases que vez ou outra perturbam nosso direcionamento para as boas coisas que muitas vezes estão muito próximas.
Se pudéssemos ser eternas crianças encontraríamos a forma ideal da existência. Rir e brincar com as coisas que nos parecem difíceis é um fator importantíssimo para nosso dia a dia.
Não somos donos do mundo, tão pouco devemos julgar que nada representamos dentro dele. Podemos criar e fazer muitas coisas, não importa nossa idade.
A idéia desta mensagem é levantar nosso humor diante de tudo aquilo que julgamos desencontros com a vida que nos propomos.
domingo, 30 de agosto de 2009
NOVA TERRA
Há anos elaborei um livro onde imaginei a Terra sendo destruída e parte da população seguindo a caminho de um novo lugar para viver.
Uma história que provavelmente nunca vai acontecer, mas que nossa imaginação é capaz de tecer todos os acontecimentos.
O objetivo seria Alpha Centauri (A-B), onde haveria um planeta semelhante ao nosso mundo.
http://www.youtube.com/watch?v=jNoRThczj1M&feature=channel
Esta idéia não está muito longe de uma possível realidade, com um pouco de paciência seria oportuno observarem o youtube acima, aonde a idéia da existência de planetas orbitando o conjunto Alpha possa ser uma das opções futuras. É a estrela mais próxima de nosso Sol, nossa vizinha. Astronomicamente está apenas a 4,5 anos luzes de distância.
Se o homem vier a descer num dos planetas verá dois sóis, existe um terceiro mais distante e frio. Porém, é oportuno nos situarmos apenas entre Alpha A e Alpha B onde planetas pequenos talvez os orbitam, visto não haver indício de gigantes como júpiter. Possibilitando serem encontrados globos bem parecidos com o terrestre e provavelmente sólidos. Dependendo da distância que pelo menos um deles estiver da fonte de luz, a nova Terra poderá estar lá.
Mais de 300 planetas extra-solares já foram encontrados, mas até hoje apenas os gigantes foram detectados.
O empenho da astronomia em encontrar um planeta semelhante à Terra obviamente tem a finalidade de localizar algum lugar onde no futuro ainda distante possamos lançar nossas sementes. No sistema solar apenas a Terra pode ser habitada, mas diante da infinidade de estrelas existentes talvez tenhamos uma enorme quantidade de “terras” a nossa espera. Porém, como chegar até elas?
Viagens na velocidade da luz apenas fazem parte da ficção científica. Na idéia que apresentei em meu livro, grandes rodas permitiam a existência de gravidade, pequenas vilas e um ambiente para possibilitar que gerações fossem capazes de manter a vida pelo tempo suficiente para chegarem até à estrela mais próxima e, lógico estavam certos. Durante 500 anos estiveram no vazio sideral. Pequenas cidades onde até plantações existiam e toda infra-estrutura para manutenção dos habitantes, limitada por um controle rigoroso de natalidade.
Pelo fato de existirem bilhões de estrelas, podemos supor que a grande maioria possua planetas, mas talvez seja muito difícil encontrar o que esteja dentro de uma área habitável, ou melhor que possua água e temperaturas iguais as nossas.
As tentativas por radiotelescópios apesar do tempo que já é pesquisado ainda não tiveram respostas. Temos que aguardar.
Uma história que provavelmente nunca vai acontecer, mas que nossa imaginação é capaz de tecer todos os acontecimentos.
O objetivo seria Alpha Centauri (A-B), onde haveria um planeta semelhante ao nosso mundo.
http://www.youtube.com/watch?v=jNoRThczj1M&feature=channel
Esta idéia não está muito longe de uma possível realidade, com um pouco de paciência seria oportuno observarem o youtube acima, aonde a idéia da existência de planetas orbitando o conjunto Alpha possa ser uma das opções futuras. É a estrela mais próxima de nosso Sol, nossa vizinha. Astronomicamente está apenas a 4,5 anos luzes de distância.
Se o homem vier a descer num dos planetas verá dois sóis, existe um terceiro mais distante e frio. Porém, é oportuno nos situarmos apenas entre Alpha A e Alpha B onde planetas pequenos talvez os orbitam, visto não haver indício de gigantes como júpiter. Possibilitando serem encontrados globos bem parecidos com o terrestre e provavelmente sólidos. Dependendo da distância que pelo menos um deles estiver da fonte de luz, a nova Terra poderá estar lá.
Mais de 300 planetas extra-solares já foram encontrados, mas até hoje apenas os gigantes foram detectados.
O empenho da astronomia em encontrar um planeta semelhante à Terra obviamente tem a finalidade de localizar algum lugar onde no futuro ainda distante possamos lançar nossas sementes. No sistema solar apenas a Terra pode ser habitada, mas diante da infinidade de estrelas existentes talvez tenhamos uma enorme quantidade de “terras” a nossa espera. Porém, como chegar até elas?
Viagens na velocidade da luz apenas fazem parte da ficção científica. Na idéia que apresentei em meu livro, grandes rodas permitiam a existência de gravidade, pequenas vilas e um ambiente para possibilitar que gerações fossem capazes de manter a vida pelo tempo suficiente para chegarem até à estrela mais próxima e, lógico estavam certos. Durante 500 anos estiveram no vazio sideral. Pequenas cidades onde até plantações existiam e toda infra-estrutura para manutenção dos habitantes, limitada por um controle rigoroso de natalidade.
Pelo fato de existirem bilhões de estrelas, podemos supor que a grande maioria possua planetas, mas talvez seja muito difícil encontrar o que esteja dentro de uma área habitável, ou melhor que possua água e temperaturas iguais as nossas.
As tentativas por radiotelescópios apesar do tempo que já é pesquisado ainda não tiveram respostas. Temos que aguardar.
domingo, 26 de julho de 2009
COMO VIVER FELIZ
É uma pergunta que muitos pensam saber responder, mas na realidade nem sempre o que dizemos reflete o que pensamos.
A busca da felicidade deve ser uma constante. Vencer momentos desagradáveis é a maior tarefa que temos.
A tendência humana é supervalorizar as aflições, mas com sabedoria podemos limita-las e tudo fazer para elimina-las. Uma das atitudes é observar a vida ao redor, ver a alegria que brota nos semelhantes e acabar com a agonia, pois não vale a pena nos prendermos dentro de uma redoma com nossos problemas. Nunca baixar a cabeça e deixar que os fluxos negativos permaneçam. Uma risada vale muito mais que remédios para fugir das frustrações. Há muito espaço para não julgarmos o mundo cruel. Temos sempre que dar um basta nas recordações, deixando o passado desaparecer e viver o presente.
A busca da felicidade deve ser uma constante. Vencer momentos desagradáveis é a maior tarefa que temos.
A tendência humana é supervalorizar as aflições, mas com sabedoria podemos limita-las e tudo fazer para elimina-las. Uma das atitudes é observar a vida ao redor, ver a alegria que brota nos semelhantes e acabar com a agonia, pois não vale a pena nos prendermos dentro de uma redoma com nossos problemas. Nunca baixar a cabeça e deixar que os fluxos negativos permaneçam. Uma risada vale muito mais que remédios para fugir das frustrações. Há muito espaço para não julgarmos o mundo cruel. Temos sempre que dar um basta nas recordações, deixando o passado desaparecer e viver o presente.
quarta-feira, 22 de julho de 2009
A FUGA
Fugimos de muitas coisas, mas dizer que de uma festa, parece absurdo. Porém foi o que aconteceu. Uma grande festa, tradicional, procurada e esperada o ano todo. Com certeza um caso isolado, mas já no primeiro dia já não conseguia suportar o barulho. Pedi asilo para minha filha, afinal queria o silêncio.
Estou esperando o término do grande alvoroço na minha cidade para poder voltar. Afinal, passar noites sem dormir ouvindo um turbilhão de sons era para mim torturante.
Aqui na casa de minha filha consegui um alívio total.
Fiquei então pensando no porque do exagero. Lógico que música é até um alimento para a alma, mas quando existe excesso não pode ser normal. Pelo menos minha cabeça não está preparada para aceitar uma semana de tanta exibição acústica.
Uma pessoa idosa necessita de mais calmaria principalmente para dormir. O volume de veículos, os altos falantes no máximo parecem procurar o labirinto e concentrar-se dentro dele. O que fazer? Agüentar?
Não queria ser tão velho ao ponto de reclamar.
Durante toda minha vida procurei acompanhar a evolução natural da juventude, entendendo claramente os comportamentos dentro de cada época. No momento fala-se muito no respeito ambiental, mas na prática isto não vem acontecendo.
O meu tempo ainda não passou, ainda faço parte de comunidade, então digo:
--- É necessário um maior controle nos grandes eventos – MENOR BARULHO.
Estou esperando o término do grande alvoroço na minha cidade para poder voltar. Afinal, passar noites sem dormir ouvindo um turbilhão de sons era para mim torturante.
Aqui na casa de minha filha consegui um alívio total.
Fiquei então pensando no porque do exagero. Lógico que música é até um alimento para a alma, mas quando existe excesso não pode ser normal. Pelo menos minha cabeça não está preparada para aceitar uma semana de tanta exibição acústica.
Uma pessoa idosa necessita de mais calmaria principalmente para dormir. O volume de veículos, os altos falantes no máximo parecem procurar o labirinto e concentrar-se dentro dele. O que fazer? Agüentar?
Não queria ser tão velho ao ponto de reclamar.
Durante toda minha vida procurei acompanhar a evolução natural da juventude, entendendo claramente os comportamentos dentro de cada época. No momento fala-se muito no respeito ambiental, mas na prática isto não vem acontecendo.
O meu tempo ainda não passou, ainda faço parte de comunidade, então digo:
--- É necessário um maior controle nos grandes eventos – MENOR BARULHO.
segunda-feira, 20 de julho de 2009
A Vida e a Política
Podemos dizer que a vida é passageira, mas é através dela que damos os passos para alcançar nosso lugar neste mundo. Adquirimos nossa sabedoria, traçamos planos e mais planos até encontrarmos o que achamos ser nossa plenitude.
Ser livre nos pensamentos sempre respeitando a posição das outras pessoas. Impor idéias nem sempre é o caminho ideal.
Neste sentido vamos encontrar os grandes desencontros de nossa atualidade, onde uma grande maioria dos pensamentos é emanada pelos meios de comunicação. Filtrar tudo que ouvimos é uma necessidade cada vez maior em nossos dias.
Quantas vezes repassamos coisas repetidas pela grande mestra a TV, sem ao menos examinarmos se aquilo que estamos dizendo realmente é o correto. Existem umas enormidades de falhas que induzem ao pornográfico, até ao crime. Todo cuidado é pouco diante até das brincadeiras. A repetição insistente de slogans oferece muitas vezes uma nociva lavagem cerebral.
Mensagens políticas são confeccionadas visando a mente dos telespectadores e na maioria das vezes são apenas frutos de interesse de candidatos. No correr deste ano e principalmente no próximo teremos uma verdadeira batalha de palavras. Já cansamos de ver isto acontecer e ainda somos lesados em nossas escolhas.
Uma verdadeira indústria é montada para mostrar um homem ou mulher inegavelmente perfeita. Cuida-se da aparência, da forma de exprimir diante das câmeras, inclusive dos textos. Nada passa desapercebido pela equipe. O que podemos fazer diante disto?
Parece que não temos resposta, mas se a inteligência está sendo utilizada, temos que convir que as pessoas frente aos vídeos também podem utilizar a delas. Como? Observando a origem, o passado, o enriquecimento ilícito e muito mais.
Apesar da decepção o Brasil é uma grande Nação, capaz de superar obstáculos e de nos fornecer uma visão futura magnífica. Temos que adotar o típico modo mineiro: CONFIAR DESCONFIANDO
Ser livre nos pensamentos sempre respeitando a posição das outras pessoas. Impor idéias nem sempre é o caminho ideal.
Neste sentido vamos encontrar os grandes desencontros de nossa atualidade, onde uma grande maioria dos pensamentos é emanada pelos meios de comunicação. Filtrar tudo que ouvimos é uma necessidade cada vez maior em nossos dias.
Quantas vezes repassamos coisas repetidas pela grande mestra a TV, sem ao menos examinarmos se aquilo que estamos dizendo realmente é o correto. Existem umas enormidades de falhas que induzem ao pornográfico, até ao crime. Todo cuidado é pouco diante até das brincadeiras. A repetição insistente de slogans oferece muitas vezes uma nociva lavagem cerebral.
Mensagens políticas são confeccionadas visando a mente dos telespectadores e na maioria das vezes são apenas frutos de interesse de candidatos. No correr deste ano e principalmente no próximo teremos uma verdadeira batalha de palavras. Já cansamos de ver isto acontecer e ainda somos lesados em nossas escolhas.
Uma verdadeira indústria é montada para mostrar um homem ou mulher inegavelmente perfeita. Cuida-se da aparência, da forma de exprimir diante das câmeras, inclusive dos textos. Nada passa desapercebido pela equipe. O que podemos fazer diante disto?
Parece que não temos resposta, mas se a inteligência está sendo utilizada, temos que convir que as pessoas frente aos vídeos também podem utilizar a delas. Como? Observando a origem, o passado, o enriquecimento ilícito e muito mais.
Apesar da decepção o Brasil é uma grande Nação, capaz de superar obstáculos e de nos fornecer uma visão futura magnífica. Temos que adotar o típico modo mineiro: CONFIAR DESCONFIANDO
História e Vida
Fazer história é uma responsabilidade que parece se perder com o tempo. Não vemos mais as crianças empenhadas em acompanhar os acontecimentos que poderiam trazer alívio e até uma mudança radical de comportamento futuro. Será de minha parte um atraso na realidade?
Um pouco de ufanismo sobre as nossas coisas nunca será demais. Raramente a juventude se prende às boas realizações de nossos antepassados e, quando isto ocorre sempre existe alguém a contradizer fatos, a menosprezar nossas ações. Não precisamos ser superpatriotas, a idolatrar super-heróis, mas no mínimo nunca criarmos anti-heróis. A principal força de uma nação está na crença sólida de amar a terra onde nasceu.
As atuais regras de conduta já influem muito negativamente em nossos dias, permitindo uma liberdade excessiva, como se isto fosse uma forma preestabelecida e as causas se mostram cada vez mais perniciosas.
Nada mais justo que homens e mulheres trabalhem, no entanto os filhos não podem sofrer descaso. A criança deve continuar a receber especial zelo, muito mais do que nos tempos antigos. A mãe criava e o pai cortava algumas arestas, era simples, mas funcionava.
O homem passou a ser fruto das experiências do dia a dia. Nem sempre encontram o lado correto de viver. É óbvio que o jovem de hoje será adulto amanhã, mas qual a sua real maturidade? Trilhar o caminho das drogas, da honestidade, da decência pensará no futuro seguro para os filhos? Já não temos mais condição de estabelecer um percentual tranqüilo. É simplesmente terrível vermos jovens serem encaminhados pela polícia, simplesmente porque suas mentes não foram bem formadas. Será sempre assim, ou quem sabe a sociedade ainda resolverá o problema!
Esqueceram das crianças! São meninos e meninas sem fixação de um caminho. Colocados num mundo hostil, culpa só dos pais? Hoje esta questão é controvertida, como consertar o errado? Os chamativos bens de consumo atacam sem piedade os pobres, querem também usufruir confortos, muitas vezes acima de suas possibilidades.
Bem, mostrar falhas e erros é a maneia mais fácil de escrever, ou melhor, de criticar. O que necessitamos é encontrar caminhos para recuperação da juventude e porque não dizer o de muitos Barbados.
Há alguns dias ao fazer compras em um supermercado deparei com uma cena que me chamou a atenção. Dois jovens com idade não maior de 16 estavam parados perto de uma banca enquanto um fiscal lhes advertia. Um deles respondeu:
__ Estamos só olhando! Em seguida saíram.
Quanta história poderá estar por trás dessas simples palavras!
Um fato que bem dá para refletir nossa época.
Pode ser que ali nasceram dois marginais admitindo-se que não fossem.
A orientação tem que partir dos pais, dos professores muito antes dos caminhos que seguem nossa juventude.
Um pouco de ufanismo sobre as nossas coisas nunca será demais. Raramente a juventude se prende às boas realizações de nossos antepassados e, quando isto ocorre sempre existe alguém a contradizer fatos, a menosprezar nossas ações. Não precisamos ser superpatriotas, a idolatrar super-heróis, mas no mínimo nunca criarmos anti-heróis. A principal força de uma nação está na crença sólida de amar a terra onde nasceu.
As atuais regras de conduta já influem muito negativamente em nossos dias, permitindo uma liberdade excessiva, como se isto fosse uma forma preestabelecida e as causas se mostram cada vez mais perniciosas.
Nada mais justo que homens e mulheres trabalhem, no entanto os filhos não podem sofrer descaso. A criança deve continuar a receber especial zelo, muito mais do que nos tempos antigos. A mãe criava e o pai cortava algumas arestas, era simples, mas funcionava.
O homem passou a ser fruto das experiências do dia a dia. Nem sempre encontram o lado correto de viver. É óbvio que o jovem de hoje será adulto amanhã, mas qual a sua real maturidade? Trilhar o caminho das drogas, da honestidade, da decência pensará no futuro seguro para os filhos? Já não temos mais condição de estabelecer um percentual tranqüilo. É simplesmente terrível vermos jovens serem encaminhados pela polícia, simplesmente porque suas mentes não foram bem formadas. Será sempre assim, ou quem sabe a sociedade ainda resolverá o problema!
Esqueceram das crianças! São meninos e meninas sem fixação de um caminho. Colocados num mundo hostil, culpa só dos pais? Hoje esta questão é controvertida, como consertar o errado? Os chamativos bens de consumo atacam sem piedade os pobres, querem também usufruir confortos, muitas vezes acima de suas possibilidades.
Bem, mostrar falhas e erros é a maneia mais fácil de escrever, ou melhor, de criticar. O que necessitamos é encontrar caminhos para recuperação da juventude e porque não dizer o de muitos Barbados.
Há alguns dias ao fazer compras em um supermercado deparei com uma cena que me chamou a atenção. Dois jovens com idade não maior de 16 estavam parados perto de uma banca enquanto um fiscal lhes advertia. Um deles respondeu:
__ Estamos só olhando! Em seguida saíram.
Quanta história poderá estar por trás dessas simples palavras!
Um fato que bem dá para refletir nossa época.
Pode ser que ali nasceram dois marginais admitindo-se que não fossem.
A orientação tem que partir dos pais, dos professores muito antes dos caminhos que seguem nossa juventude.
Corrupção
NOTA DO AUTOR:
Escrevo contos de ficção científica e crônicas diversas porque gosto de colocar no papel meus pensamentos. Dificilmente publico meus trabalhos.
Ao selecionar alguns deles, encontrei uma crônica que escrevi em 2001, me surpreendi, parecia que a tinha feito hoje.
Pensei então:
--- Como é desgastante observar que TUDO CONTINUA!
Os noticiários na TV não mudaram, tornando-se até incomodo para os telespectadores. São acusações que nunca acabam, a maior parte, acredito, visando o resultado das próximas eleições.
O melhor caminho para os políticos mostrarem suas capacidades não é denegrindo a imagem de outros e sim mostrando suas ações benéficas tais como:
--- Apresentei o projeto número “X” que vai acabar com a miséria! Etc., etc., ...
Coisas que os eleitores possam sentir que elegeram a pessoa certa. Oposição e governo deveriam estar sempre unidos para o bem comum, não com dilacerantes mensagens negativas. PATRIOTISMO é a palavra chave.
A mídia por sua vez não deveria fazer tanto alarde, o que não significa calar diante dos acontecimentos.
Vejamos o texto que elaborei há oito anos:
CORRUPÇÃO
A gente pensa que vive numa época de grandes conquistas, afinal já existe tecnologia adiantada. Freqüentemente novas descobertas são anunciadas. Parece até que o mundo atingiu o auge.
Pura utopia.
A evolução humana não é apenas ciência, padrões de comportamento deveriam estar associados.
Veja a decadência do ensino, corrupção onde existe dinheiro, banditismo, excesso de liberalidade da juventude e as drogas.
Muita coisa poderia ser escrita sobre tudo que é errado, mas vamos raciocinar apenas sobre uma das situações: - a corrupção no Brasil.
Quase não passa um dia onde manchetes anunciam desvios do dinheiro público.
Um termo comum – CPI – está convivendo conosco. Parece que os políticos não têm outra coisa a fazer. Isto nos faz pensar:
--- Será que os membros que integram cada investigação também nada devem?
São tantos os casos que a palavra político tornou-se pejorativa.
Uma dúvida sobre quem diz a verdade está prevalecendo em nossas mentes.
Como votar?
A honradez foi desvirtuada. No entanto, há de se convir que ”sabe-se lá” desde quando as falcatruas imperam, pode ser que desde os tempos do Brasil Colônia.
Será que estamos evoluindo? Agora pelo menos os nomes estão aparecendo.
O homem honesto: que não trapaceia, que paga suas contas com o fruto de seu suor nunca toma o que não é seu. Ele se entristece quando sabe que seu voto colocou no poder um alguém que o decepcionou, principalmente quando fez uso indevido do dinheiro público.
Como é degradante a soma de tais fatos!
Ninguém fica rico da noite para o dia, mas muitos contradizem esta ótica e geralmente são políticos.
Não seriamos uma nação melhor situada se os investimentos públicos fossem realizados sem os superfaturamentos? Sem os desvios constantemente denunciados?
Os políticos antes de galgarem os degraus do poder deveriam ser aprovados por uma FACULDADE COM VÁRIOS ANOS DE ENSINO, durante os quais seriam estabelecidas três etapas:
1 – PATRIOTISMO, capacidade de liderança e sabedoria:
2 – PERCEPÇÃO do seu papel no poder e
3 - Aprendizagem sobre HONESTIDADE.
Escrevo contos de ficção científica e crônicas diversas porque gosto de colocar no papel meus pensamentos. Dificilmente publico meus trabalhos.
Ao selecionar alguns deles, encontrei uma crônica que escrevi em 2001, me surpreendi, parecia que a tinha feito hoje.
Pensei então:
--- Como é desgastante observar que TUDO CONTINUA!
Os noticiários na TV não mudaram, tornando-se até incomodo para os telespectadores. São acusações que nunca acabam, a maior parte, acredito, visando o resultado das próximas eleições.
O melhor caminho para os políticos mostrarem suas capacidades não é denegrindo a imagem de outros e sim mostrando suas ações benéficas tais como:
--- Apresentei o projeto número “X” que vai acabar com a miséria! Etc., etc., ...
Coisas que os eleitores possam sentir que elegeram a pessoa certa. Oposição e governo deveriam estar sempre unidos para o bem comum, não com dilacerantes mensagens negativas. PATRIOTISMO é a palavra chave.
A mídia por sua vez não deveria fazer tanto alarde, o que não significa calar diante dos acontecimentos.
Vejamos o texto que elaborei há oito anos:
CORRUPÇÃO
A gente pensa que vive numa época de grandes conquistas, afinal já existe tecnologia adiantada. Freqüentemente novas descobertas são anunciadas. Parece até que o mundo atingiu o auge.
Pura utopia.
A evolução humana não é apenas ciência, padrões de comportamento deveriam estar associados.
Veja a decadência do ensino, corrupção onde existe dinheiro, banditismo, excesso de liberalidade da juventude e as drogas.
Muita coisa poderia ser escrita sobre tudo que é errado, mas vamos raciocinar apenas sobre uma das situações: - a corrupção no Brasil.
Quase não passa um dia onde manchetes anunciam desvios do dinheiro público.
Um termo comum – CPI – está convivendo conosco. Parece que os políticos não têm outra coisa a fazer. Isto nos faz pensar:
--- Será que os membros que integram cada investigação também nada devem?
São tantos os casos que a palavra político tornou-se pejorativa.
Uma dúvida sobre quem diz a verdade está prevalecendo em nossas mentes.
Como votar?
A honradez foi desvirtuada. No entanto, há de se convir que ”sabe-se lá” desde quando as falcatruas imperam, pode ser que desde os tempos do Brasil Colônia.
Será que estamos evoluindo? Agora pelo menos os nomes estão aparecendo.
O homem honesto: que não trapaceia, que paga suas contas com o fruto de seu suor nunca toma o que não é seu. Ele se entristece quando sabe que seu voto colocou no poder um alguém que o decepcionou, principalmente quando fez uso indevido do dinheiro público.
Como é degradante a soma de tais fatos!
Ninguém fica rico da noite para o dia, mas muitos contradizem esta ótica e geralmente são políticos.
Não seriamos uma nação melhor situada se os investimentos públicos fossem realizados sem os superfaturamentos? Sem os desvios constantemente denunciados?
Os políticos antes de galgarem os degraus do poder deveriam ser aprovados por uma FACULDADE COM VÁRIOS ANOS DE ENSINO, durante os quais seriam estabelecidas três etapas:
1 – PATRIOTISMO, capacidade de liderança e sabedoria:
2 – PERCEPÇÃO do seu papel no poder e
3 - Aprendizagem sobre HONESTIDADE.
Crianças e Adolescentes
Aparecido Medeiros possui mais de sessenta anos, durante toda sua vida vem dedicando-se ao ensino. Possui uma enorme bagagem didática e percebe claramente o caminhar de nossas crianças e jovens.
Com a implantação do Estatuto da Criança e Adolescente, por sinal muito oportuno, algumas coisas não seguem na vida real uma direção para melhor. Fala-se muito na proteção do menor, que é louvável, mas em contrapartida pouca coisa ou quase nada é dito com relação às obrigações do mesmo.
Hoje a nova geração conhece muitas regras sobre os direitos, sendo comum qualquer criança ou adolescente logo se impor ditando normas.
Isto tem causado problemas nas escolas e nas famílias. É óbvio que mestres do ensino e membros da sociedade venham procurando corrigir a falha.
Sempre haverá a modernidade, mas a forma de viver precisa seguir padrões rígidos para que a sociedade como um todo possa ter as condições necessárias de equilíbrio.
O proposto pelo Sr. Aparecido é fruto de sua experiência. É necessário conscientizar nossas crianças sobre suas responsabilidades.
Conversando, me disse que nem tudo está no texto. Para exemplo: - “muitos dos alunos rebeldes, criadores de casos, têm problemas familiares. Geralmente não possuem uma família unida, são filhos de pais e mães separados que vivem com homens ou mulheres diferentes”.
Continuando, observou que tem encontrado solução para tais situações. – “Geralmente converso com eles o seguinte: Você tem sua vida, um dia constituirá família. A vida de seus pais não é a sua, portanto deixe seguirem o caminho deles e se preocupe com você. Nunca se sinta menor ou discriminado pelo fato, ... “.
Uma palavra de conforto, uma orientação é necessária para muitos jovens que nunca tiveram a oportunidade de discutirem seus problemas.
Armando de Oliveira Caldas
06-11-2005
Com a implantação do Estatuto da Criança e Adolescente, por sinal muito oportuno, algumas coisas não seguem na vida real uma direção para melhor. Fala-se muito na proteção do menor, que é louvável, mas em contrapartida pouca coisa ou quase nada é dito com relação às obrigações do mesmo.
Hoje a nova geração conhece muitas regras sobre os direitos, sendo comum qualquer criança ou adolescente logo se impor ditando normas.
Isto tem causado problemas nas escolas e nas famílias. É óbvio que mestres do ensino e membros da sociedade venham procurando corrigir a falha.
Sempre haverá a modernidade, mas a forma de viver precisa seguir padrões rígidos para que a sociedade como um todo possa ter as condições necessárias de equilíbrio.
O proposto pelo Sr. Aparecido é fruto de sua experiência. É necessário conscientizar nossas crianças sobre suas responsabilidades.
Conversando, me disse que nem tudo está no texto. Para exemplo: - “muitos dos alunos rebeldes, criadores de casos, têm problemas familiares. Geralmente não possuem uma família unida, são filhos de pais e mães separados que vivem com homens ou mulheres diferentes”.
Continuando, observou que tem encontrado solução para tais situações. – “Geralmente converso com eles o seguinte: Você tem sua vida, um dia constituirá família. A vida de seus pais não é a sua, portanto deixe seguirem o caminho deles e se preocupe com você. Nunca se sinta menor ou discriminado pelo fato, ... “.
Uma palavra de conforto, uma orientação é necessária para muitos jovens que nunca tiveram a oportunidade de discutirem seus problemas.
Armando de Oliveira Caldas
06-11-2005
Heróis
POR QUE SUPER-HERÓIS AMERICANOS E ANTI-HERÓIS BRASILEIROS?
É muito simples a resposta: elevações literárias que denigrem nossa nacionalidade apoiada pelos meios de comunicação.
Personificações negativas penetram nossos lares mostrando muitas vezes um lado nada dignificante para nosso povo. E os aplausos acontecem!...
Houve até um filme sobre nossos pracinhas que irritou muito os soldados vivos que lutaram na última guerra. Por que fazer isto?
Ninguém é diferente de ninguém. A massa encefálica de cada ser humano é igual, portanto a capacidade de raciocínio é universal. Verdade seja dita: a falta de recursos influencia a formação intelectual e provoca disparidades entre uma nação e outra. No entanto isto não quer dizer que mesmo pobre não alcance conhecimento e respeito.
Quanto ao nosso país, para quem já viveu bastante, pôde participar de orientações elevadas. O civismo nas escolas fazia parte de uma rotina e o orgulho de ser brasileiro era parte de nós.
O tempo passou e coisas erradas começaram a mudar comportamentos.
Um apego ao importado, objetos, musica, filmes e literaturas extraíram raízes nacionais direcionando-as para mundos diferentes. Por outro lado, no momento está havendo muita recuperação, mas há poucos anos era comum o desprezo ao produto nacional: - “é brasileiro? Não presta”. Tudo isto deu guarida a uma deturpação de princípios, parecendo nada significar a imensidão continental do Brasil, conseguida com muita luta por nossos ancestrais.
Como parâmetro, observemos o comportamento norte-americano diante de sua história. Até hoje os super-heróis não só fazem parte da vida naquele país como invadem todo o planeta. Criaram uma afirmação positiva na formação cultural deles.
A principal forma de criarmos ou revertermos nossa mentalidade é passarmos a repudiar tudo aquilo que nos coloca em posição inferior, tais como, programas de TV que mostrem nosso lado negativo através das anedotas ou em outros tipos de apresentações.
Mestres do hilário abusam, até um “vampiro brasileiro” foi mostrado relaxando conosco e demos risadas. Outro, o “brasilino” era pura chacota nossa e demos risadas.
E quantas vezes rimos de nós mesmos. É uma piada, dirão, no entanto em cada uma delas lá se vai um pedacinho de nossa dignidade.
A comicidade é uma arma perigosa. Aparentemente inofensiva diz inverdades que na maioria das vezes atingem a formação jovem.
Assim, quando vemos a projeção de macunaíma como símbolo do brasileiro, isto é muito pejorativo e não condiz com as lutas dos nossos antepassados para nos oferecer um território tão grande. Não condiz com os Bandeirantes. Com médicos brasileiros que percorrem a Amazônia de aldeia em aldeia levando cura a diversas doenças de nossos índios. Não condiz com a coragem dos homens castigados pela seca no nordeste. Não condiz com os soldados do exército que protegem nossas fronteiras. Não condiz com a luta de homens e mulheres em toda nação que buscam melhorar a existência. Poderia desfilar uma seqüência interminável de setores onde estão inúmeros super-heróis.
Ao invés de criarmos anti-heróis, por que não simbolizarmos realmente um super-herói brasileiro?
Além do futebol, um dos grandes vínculos nacionais, temos condição de mostrar ao mundo a face de um imbatível homem brasileiro, capaz de superar tudo e vencer na dignidade, na fé, na força, na cultura e na ciência.
29-10-05
É muito simples a resposta: elevações literárias que denigrem nossa nacionalidade apoiada pelos meios de comunicação.
Personificações negativas penetram nossos lares mostrando muitas vezes um lado nada dignificante para nosso povo. E os aplausos acontecem!...
Houve até um filme sobre nossos pracinhas que irritou muito os soldados vivos que lutaram na última guerra. Por que fazer isto?
Ninguém é diferente de ninguém. A massa encefálica de cada ser humano é igual, portanto a capacidade de raciocínio é universal. Verdade seja dita: a falta de recursos influencia a formação intelectual e provoca disparidades entre uma nação e outra. No entanto isto não quer dizer que mesmo pobre não alcance conhecimento e respeito.
Quanto ao nosso país, para quem já viveu bastante, pôde participar de orientações elevadas. O civismo nas escolas fazia parte de uma rotina e o orgulho de ser brasileiro era parte de nós.
O tempo passou e coisas erradas começaram a mudar comportamentos.
Um apego ao importado, objetos, musica, filmes e literaturas extraíram raízes nacionais direcionando-as para mundos diferentes. Por outro lado, no momento está havendo muita recuperação, mas há poucos anos era comum o desprezo ao produto nacional: - “é brasileiro? Não presta”. Tudo isto deu guarida a uma deturpação de princípios, parecendo nada significar a imensidão continental do Brasil, conseguida com muita luta por nossos ancestrais.
Como parâmetro, observemos o comportamento norte-americano diante de sua história. Até hoje os super-heróis não só fazem parte da vida naquele país como invadem todo o planeta. Criaram uma afirmação positiva na formação cultural deles.
A principal forma de criarmos ou revertermos nossa mentalidade é passarmos a repudiar tudo aquilo que nos coloca em posição inferior, tais como, programas de TV que mostrem nosso lado negativo através das anedotas ou em outros tipos de apresentações.
Mestres do hilário abusam, até um “vampiro brasileiro” foi mostrado relaxando conosco e demos risadas. Outro, o “brasilino” era pura chacota nossa e demos risadas.
E quantas vezes rimos de nós mesmos. É uma piada, dirão, no entanto em cada uma delas lá se vai um pedacinho de nossa dignidade.
A comicidade é uma arma perigosa. Aparentemente inofensiva diz inverdades que na maioria das vezes atingem a formação jovem.
Assim, quando vemos a projeção de macunaíma como símbolo do brasileiro, isto é muito pejorativo e não condiz com as lutas dos nossos antepassados para nos oferecer um território tão grande. Não condiz com os Bandeirantes. Com médicos brasileiros que percorrem a Amazônia de aldeia em aldeia levando cura a diversas doenças de nossos índios. Não condiz com a coragem dos homens castigados pela seca no nordeste. Não condiz com os soldados do exército que protegem nossas fronteiras. Não condiz com a luta de homens e mulheres em toda nação que buscam melhorar a existência. Poderia desfilar uma seqüência interminável de setores onde estão inúmeros super-heróis.
Ao invés de criarmos anti-heróis, por que não simbolizarmos realmente um super-herói brasileiro?
Além do futebol, um dos grandes vínculos nacionais, temos condição de mostrar ao mundo a face de um imbatível homem brasileiro, capaz de superar tudo e vencer na dignidade, na fé, na força, na cultura e na ciência.
29-10-05
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